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sábado, 6 de fevereiro de 2010

Mutirão Brasileiro presente no Mutirão Latino Americano de Comunicação

Fonte: http://www.cnbb.org.br

A equipe organizadora do 7º Mutirão Brasileiro de Comunicação, que acontecerá entre os dias 17 e 22 de julho de 2011, está com um estande montado no Mutirão América Latina e Caribe de Comunicação (Muticom), em Porto Alegre. A edição nacional do Muticom acontecerá no Rio de Janeiro, nas dependências da Pontifícia Universidade Católica do Rio (PUC-Rio).

Segundo a doutora em psicologia social e coordenadora de graduação, do departamento de comunicação social da PUC-Rio, professora Sandra Korman Dib, o objetivo do espaço, é marcar presença no Muticom de Porto Alegre, como forma de preparação e apreensão das ações do evento latino americano. “Queremos aqui observar as expectativas que já se criam com a edição nacional do evento”, comentou.

Para a professora, o caráter fundamental da presença dos organizadores do Muticom nacional é também anunciar e convidar os participantes em Porto Alegre para as discussões em torno da temática “Comunicação e Vida: Diversidade e Mobilidades”, como também apreender as diferentes possibilidades que as pessoas estão tendo com as experiências do evento que acontece essa semana no Rio Grande do Sul.

O Muticom no Rio

A professora antecipou que o Muticom do Rio será, sobretudo, um espaço de partilha, desenvolvido a partir das palavras presentes na temática principal. “O destaque do Muticom do Rio vai ser a partilha, com ênfase na palavra Vida, que é algo que perpassa, frisando também a Mobilidade, conexão, de modo especial para que as pessoas tenham contato. No Mutirão não vamos apenas discutir formas, mas também valores. Traduzindo, será uma comunicação que diz o que, para quem, considerando a pessoa humana”, explicou.

Questionada se o Muticom do Rio dará ênfase às novas tecnologias e mídias sociais, como o Muticom de Porto Alegre tem enfatizado, Sandra disse que sim. “Ao falar de processo, nós também remetemos a acesso. O acesso às mídias sociais, às novas tecnologias é algo interessante par ser discutido em um país de disparidades sociais como o nosso. Acredito que o Muticom do Rio vai dar ênfase a isso porque não é algo simples para o Brasil. Nós estamos em um país que tem concentração de riquezas, mas também de poder e conhecimento. Discutir acesso às novas tecnologias em um cenário como esse é importante, sim.

Confira o site do Mutirão Brasileiro de Comunicação em: http://sites.google.com/site/mutirao2011/

ou http://www.arquidiocese.org.br/mutirao

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Brasileiros celebram Nossa Senhora Aparecida em Roma

Cerca de 600 brasileiros residentes Roma e membros da Comunidade Brasileira em Roma participaram, no domingo, 11, da procissão de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil. A caminhada saiu da embaixada brasileira, na Praça Navona, indo até à igreja Santa Maria de La Luce, no bairro Trastevere onde houve missa presidida pelo reitor do Colégio Pio Brasileiro, o jesuíta padre João Roque Rohr.

O capelão da Comunidade Brasileira em Roma, padre Sergio Durigon, define a homenagem à padroeira do Brasil como a maior festa dos brasileiros em Roma e elogia a participação dos leigos e dos religiosos na celebração. “Momentos como este significam retorno [dos brasileiros] à identidade, ao pais de origem, à fé”, disse.~

A irmã Terezinha Arcanjo, da congregação das Filhas de Santana, há nove meses em Roma, também vê a festa como oportunidade de entrar em sintonia com o Brasil. “Celebrar Nossa Senhora Aparecida em Roma, além de nos colocar em sintonia com o Brasil é uma oportunidade de trazer de volta a alegria, a simplicidade e espontaneidade que o povo brasileiro vive em suas comunidades nestes dias”, disse. Opinião semelhante tem o brasiliense Hamilton Gomes. “Quando estamos fora do pais, somos como um peixe fora da água. A comunidade é um ponto de encontro. Nossa Senhora Aparecida é aquela que nos acompanha como imigrantes em todos os momentos de nossa vida”, comenta emocionado Gomes, que é chefe de cozinha em um hotel da cidade.

Mais homenagens

O Colégio Pio Brasileiro também festejou a padroeira dos brasileiros com missa presidida ontem, 12, pelo arcebispo de Aparecida, dom Raymundo Damasceno, que participa, em Roma, do Sínodo dos Bispos para a África. “Que o Brasil caminhe sempre mais a um desenvolvimento integral na defesa da vida e da ecologia”, disse o arcebispo ao recordar os milhares de peregrinos que visitam o Santuário de Aparecida, em Aparecida (SP).

Segundo os organizadores, 300 pessoas participaram da festa. O reitor do Colégio, padre João Roque, lembrou a necessidade de superar os preconceitos e a exclusão no Brasil. “A fé católica no Brasil não pode prescindir deste momento histórico simbólico onde uma imagem negra aparece no rio em tempos de escravidão. Enquanto não resolvermos em nosso pais o problema do preconceito e da exclusão não teremos cumprido o desejo da mãe de Jesus de reunir todos os filhos e filhas de Deus debaixo de seu manto. Temos ainda muito a fazer neste campo”, afirmou.

Colaborou: Padre Arlindo Pereira Dias, SDV.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Pastorais da Mobilidade Humana realizam 3º encontro nacional em Brasília

Fonte: www.cnbb.org.br

Durante o 3º Encontro Nacional das Pastorais da Mobilidade Humana, que acontece em Brasília, entre os dias 16 e 18, será lançado na sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) o livro “Mobilidade Humana no Brasil: orientações pastorais”.

O encontro é aberto com a conferência “Igreja Conciliar e Pastoral de Acolhida”, ministrada pelo secretário do Conselho Pontifício da Pastoral dos Migrantes e Itinerantes, dom Agostino Marchetto, às 19h30.

O evento segue no Centro Cultural Missionário (CCM) com a discussão do tema de estudo: “Acolhida e Mobilidade Humana: desafios e perspectivas [texto base: guia mobilidade humana], além de momentos de partilha, oração, trabalhos em grupo, entre outros.

No último dia os participantes farão os encaminhamentos do 3º Encontro Nacional das Pastorais da Mobilidade Humana, com uma celebração eucarística ao meio dia, quando encerra o evento.


terça-feira, 18 de agosto de 2009

Mensagem pastoral por ocasião da Jornada Mundial do Turismo, 2009

PONTIFÍCIO CONSELHO PARA A PASTORAL DOS MIGRANTES E ITINERANTES
Mensagem pastoral por ocasião da
Jornada Mundial do Turismo, 2009
(27 de setembro)
Tema: O turismo, consagração da diversidade


O tema da Jornada Mundial do Turismo, proposto pela competente Organização Mundial – O turismo, consagração da diversidade –, nos abre caminhos para o encontro com o ser humano em sua diversidade, em sua riqueza antropológica.

A diversidade é um fato, uma realidade e, como nos lembra o Papa Bento XVI, é também um fato positivo, um bem e não uma ameaça ou um perigo, a ponto de ele desejar que “as pessoas não só aceitem a existência da cultura do outro, mas que também desejem enriquecer graças a ela”.

A experiência da diversidade cultural é própria da existência humana, também porque o desenvolvimento pessoal avança em etapas que favorecem o crescimento e o amadurecimento das pessoas. O descobrimento da diversidade cultural ocorre progressivamente, na medida em que nos confrontamos com quem e com quantos nos circundam, o que nos permite descobrir o que nos distingue dos que são diferentes de nós.

Pela avaliação positiva do diferente, constatamos a existência de um paradoxo: se por um lado se constata, neste tempo de globalização, que as culturas e as religiões se aproximam cada vez mais, e que no coração de todas as culturas brota um autêntico desejo de paz, por outro lado se observa a existência de incompreensões, prejulgamentos e mal entendidos profundamente enraizados, que levantam barreiras e alimentam divisões. É o medo do diferente, do desconhecido.

Devemos trabalhar para substituir a discriminação, a xenofobia e a intolerância pela compreensão e aceitação recíproca, percorrendo os caminhos do respeito, da educação e do diálogo aberto, construtivo e comprometido.

Nesse esforço a Igreja tem uma função importante, partindo da profunda convicção manifestada por Paulo VI, na encíclica Ecclesiam suam, de que “A Igreja deve entrar em diálogo com o mundo em que lhe toca viver. A Igreja se faz palavra, a Igreja se faz mensagem, a Igreja se faz colóquio”. É um diálogo construtivo e sincero que, para ser autêntico, “não deve ceder ao relativismo e ao sincretismo, e deve ser animado pelo respeito sincero aos demais e por um generoso espírito de reconciliação e fraternidade”.

Dessa perspectiva, o turismo, ao pôr em contato pessoas com diferentes modos de viver, que praticam distintas religiões, com outras formas de ver o mundo e sua história , é também uma ocasião para o diálogo e a escuta e se constitui em um convite para que as pessoas não se fechem em torno de sua própria cultura, sem abrir-se e pôr-se em contato com modos de pensar e de viver diferentes. Não deve surpreender, portanto, que setores extremistas e grupos terroristas de índole fundamentalista sinalizem o turismo como um perigo e um objetivo a destruir. O conhecimento mútuo ajudará – esperamos ardentemente – a construir uma sociedade mais justa, solidária e fraterna.

A experiência inicial do homem a respeito da diversidade é, hoje, também vivida no mundo virtual, megalópole cósmica oferecida permanentemente a cada um de nós. Graças a essa forma de “turismo” virtual, a diversidade é observada de perto, facilitando a aproximação com o diferente longínquo. Esse turismo é o primeiro passo para consagrar a diversidade.

O turismo é, sobretudo, entendido como deslocamento físico, que evidencia a diversidade natural, ecológica, social, cultural, patrimonial e religiosa e que também nos faz descobrir o trabalho partilhado, a cooperação entre os povos e a unidade dos seres humanos, na magnífica e desconcertante diversidade de suas realizações.

No descobrimento da diversidade aparecem também paradoxos e limites: se o turismo se desenvolve com ausência de uma ética de responsabilidade, paralelamente toma corpo o perigo da uniformidade e da beleza como “fascinatio nugacitatis” (cfr. Sb 4,12). Assim sucede, por exemplo, quando os nativos exibem para os turistas espetáculos de suas tradições, oferecendo a diversidade como um produto comercial, com o único objetivo de lucro.

Tudo isso exige um esforço, tanto por parte do visitante como do nativo que o acolhe, de assumir um comportamento de abertura, respeito, proximidade e confiança de que, o desejo do turista de encontrar-se com outros, respeitando-os em sua diversidade pessoal, cultural e religiosa, leve ambos a se abrirem ao diálogo e à compreensão.

A diversidade se fundamenta no mistério de Deus. A Palavra criadora está na origem da riqueza das espécies, especialmente de quem é “imagem e semelhança” de Deus. Essa Palavra bíblica, poética, é a da diversidade, fundadora da identidade de cada criatura, sendo o Criador o primeiro a contemplar a beleza-bondade de tudo aquilo que Ele fez (cfr. Gen 1). Deus é também essa força maravilhosa, princípio da unidade de todas as diversidades que aparecem como “uma manifestação particular do Espírito para o bem comum”(l Cor 12,7). Contemplando a diversidade, o homem descobre as pegadas divinas e humanas. Para aquele que crê, o conjunto das diversidades abre caminhos para ele aproximar-se da infinita grandeza de Deus. Para nós o turismo, como fenômeno possível de consagração da diversidade, pode ser cristão, caminho aberto para a profissão contemplativa da fé.

Deus confia à Igreja a tarefa de forjar por meio de Cristo Jesus, graças ao Espírito, uma nova criação, recapitulando n’Ele (cfr. Ef 1,9-10) todo o tesouro da diversidade humana que o pecado tem transformado em divisão e conflitos , de modo que contribua “para a criação, sob o Espírito de Pentecostes, de uma nova sociedade em que as diferentes línguas e culturas já não constituirão limites insuperáveis, como aconteceu depois de Babel, na qual, precisamente por causa dessa diversidade, seja possível concretizar-se uma nova maneira de comunicação e de comunhão”.

Esses são pensamentos que podem incentivar no compromisso daqueles que se ocupam da pastoral específica do turismo, especialmente na sua atenção àquele que sofre de alguma maneira em decorrência do fenômeno do turismo, que também é um sinal do nosso tempo e traz consigo aspectos positivos que destacamos por ocasião do 40° aniversário de publicação de Peregrinans in terra.

Que o sopro divino vença toda espécie de xenofobia, discriminação e racismo, torne próximos os que estão distantes, na visão da unidade/diversidade de uma família humana abençoada por Deus. O Espírito é que reúne, na unidade e na paz, na harmonia e na admiração recíproca. N’Ele há ordem e bondade ao longo dos sete dias da criação. Que Ele entre, igualmente, na difícil história humana, graças também ao turismo.

Cidade do Vaticano, 24 de junho de 2009.
Antonio Maria Vegliò - Presidente
Agostino Marchetto - Arcebispo Secretário

III Encontro Nacional das Pastorais da Mobilidade Humana

O III Encontro Nacional da Mobilidade Humana vai acontecer entre os dias 16 e 18 de setembro de 2009 em Brasília.
Abaixo segue programação:

16/09/09 - quarta-feira

19:30: Conferência de Abertura do Encontro e Lançamento do Guia Pastoral Mobilidade Humana
Conferência: IGREJA CONCILIAR E PASTORAL DE ACOLHIDA - Arcebispo Dom
AGOSTINO MARCHETTO - Secretário do Conselho Pontifício da Pastoral para
os Migrantes e Itinerantes
LOCAL: Auditório Dom Helder Câmara - Conferência Nacional dos Bispos do
Brasil – CNBB

17/09/09 - quinta-feira

LOCAL: Centro Cultural Missionário - CCM
08:00 - Celebração Eucarística
09:15 - Partilha das Pastorais tendo como ponto de partida sua prática de
acolhida.
10:30 – Intervalo
10:50 – Continuidade da Partilha das Pastorais
13:00 – Almoço
14:30 – Continuidade da partilha das Pastorais
16:00 – Intervalo
16:30 – Subsídio Acolhida e Mobilidade Humana
19:00 – Intervalo
20:00 – Confraternização LOCAL: Quiósque do CCM - Noite Cultural

18/09/09 - sexta-feira

08:00 – Continuidade do Estudo do Subsídio (trabalhos de grupo?)
Encaminhamentos do III Encontro Nacional das Pastorais da Mobilidade
Humana
10:30 – Intervalo
11:00 – Comunicações do Setor e das Pastorais e Avaliação
12:00 - Celebração Eucarística
13:00 - Almoço - Encerramento

Maiores informações pelo mail: mobilidadehumana@ccm.org.br

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Rondas voluntárias já circulam por ruas de cidades italianas: em vigor a nova lei de segurança‏


Fonte: Oriundi
Denúncias contra a presença de imigrantes ilegais em várias cidades do país, além da prisão de dois marroquinos em Pescara, marcaram o primeiro dia da nova lei de segurança da Itália. O final de semana, além de declarações do presidente Giorgio Napolitano, destacando que a integração dos imigrantes é um direito fundamental, registrou também as primeiras movimentações das rondas voluntárias, que provocaram mais reações negativas entre a população italiana do que aprovação.

Mesmo em cidades do Norte do país, onde é forte a presença da Lega Nord, de viés conservador, muitos prefeitos já anunciaram que não incentivarão a constituição das rondas.

Autorizadas no contexto da nova lei de segurança, em vigor desde o último sábado (08), que prevê multas pesadas e até prisão para quem acobertar ilegais, as rondas foram regulamentadas no sábado, por meio de um decreto do ministro do Interior. Chamadas de “observadores voluntários, as associações que poderão prestar esse serviço, de forma gratuita, devem ter, conforme o decreto, a finalidade de solidariedade social no âmbito da segurança pública.

Entre os requisitos exigidos, ainda segundo o decreto, para os voluntários estão idade não inferior a 18 anos, não estar denunciado ou condenado pela justiça, e a adesão sem o propósito de incitamento à discriminação ou à violência por motivações raciais, étnicas, nacionais ou religiosas. Para prestar o seguro, os observadores deverão fazer um curso de formação organizado pela região ou pelas autoridades locais.

A presença dos voluntários nas ruas, na maioria dos casos, provocou reações de censura por parte da população. Mesmo assim, houve quem apoiasse o movimento considerando que ele pode contribuir para melhorar a segurança.

Matéria recebida por mail de: pbe.cnbb@ccm.org.br

Italianos já não vivem sem domésticos e cuidadores estrangeiros‏

Fonte: Oriundi

Para uma entre 10 famílias italianas, os domésticos e cuidadores se tornaram indispensáveis, conforme revela pesquisa do Censis -Centro Studi Investimenti Sociali. Atualmente, segundo os dados levantados, a Itália tem 1,5 milhão de domésticos e prestadores de cuidados, 37% a mais do que em 2001. Desse total, 71,6% são imigrantes. O Censis revela ainda que 10% das famílias italianas empregam um cuidador.

Os estrangeiros, em média, já estão a sete anos e meio no país, trabalham em média 35 horas por semana, e ganham cerca de 930 euros mensais. A maioria, 58,1%, trabalha apenas para uma família, e 41,9% têm mais de um emprego.

A pesquisa revela o perfil dos colaboradores domésticos, que se constituem em um elemento fundamental no sistema de bem-estar e uma parte insubstituível da família. Por isso, não surpreende que 35,6% dos cuidadores estrangeiros vivam com as famílias para as quais trabalho, onde se ocupam da organização da vida cotidiana em todos os aspectos. A maioria, 82,9%, cuida da limpeza da casa, enquanto 54,3% preparam as refeições, e 42,7% se ocupa também da própria despesa da família com alimentação.

Os dados do Censis demonstram igualmente que 49.5% dos cuidadores dão assistência a idosos, enquanto 32,4% assiste a uma pessoa não auto-suficiente, e 28,8% fornece assistência médica específica para um ou mais membros da família. Mais de 36,6% declara que o trabalho consiste ainda em fazer companhia a um integrante da família.

Mais de um terço dos cuidadores estrangeiros tem condições de pensar em um projeto de vida na Itália, já que são cidadãos de um países da União Europeia, que obtiveram cidadania italiana ou conseguiram a carta de soggiorno. O restante precisa enfrentar periodicamente a renovação do permesso di soggiorno ou se encontra em situação irregular.

Um total de 13,6% tem mais de 50 anos, 29,1% está na faixa entre 41 e 50 anos, 39,9% entre 30 e 40 anos e 18% tem menos de 30 anos.

Matéria recebida por mail de: pbe.cnbb@ccm.org.br